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	<title>Rodrigo Savazoni</title>
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		<title>Por que o Plano Nacional de Banda Larga é necessário?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 14:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para que imagens como essa não sejam publicadas, para que os usuários não tenham que passar por esse tipo de situação: 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que imagens como essa não sejam publicadas, para que os usuários não tenham que passar por esse tipo de situação: </p>
<div id="attachment_231" class="wp-caption alignnone" style="width: 1034px"><img src="http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2010/06/bandalarga-1024x819.jpg" alt="Imagem da tela do G1 dizendo que não posso ver o streaming" width="500" height="399" class="size-large wp-image-231" /><p class="wp-caption-text">Imagem da tela do G1 dizendo que não posso ver o streaming</p></div>
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		<title>Gilberto Gil vs MidiaDub &#8211; Cultura Digital AV</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 19:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2009 entrevistei o Gilberto Gil para o livro CulturaDigital.BR. Filmei a maior parte das entrevistas com uma Mini-DV, de forma bem amadora. Entreguei o material na mão dos caras do Midiadub e nasceu esse trabalho aqui, que compartilho depois de algum tempo já publicado na rede.
Cultura Digital AV from midiadub on Vimeo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2009 entrevistei o Gilberto Gil para o livro <a href="http://culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/">CulturaDigital.BR</a>. Filmei a maior parte das entrevistas com uma Mini-DV, de forma bem amadora. Entreguei o material na mão dos caras do <a href="http://www.midiadub.com/">Midiadub</a> e nasceu esse trabalho aqui, que compartilho depois de algum tempo já publicado na rede.</p>
<p><a href="http://vimeo.com/9552201">Cultura Digital AV</a> from <a href="http://vimeo.com/midiadub">midiadub</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Democracia, inovação e cultura digital</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 19:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrevi esse artigo para o Le Monde Diplomatique, há alguns meses. Agora, eles lançaram o site do jornal, e o artigo está lá. 
Não é só a sociedade e a economia que sentem o impacto da digitalização e da rede mundial de computadores. A política começa a se transformar. Junto com inúmeras outras propostas, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi esse artigo para o Le Monde Diplomatique, há alguns meses. Agora, eles lançaram <a href="http://diplomatique.uol.com.br/">o site do jornal</a>, e o artigo está lá. </p>
<p><em>Não é só a sociedade e a economia que sentem o impacto da digitalização e da rede mundial de computadores. A política começa a se transformar. Junto com inúmeras outras propostas, o Fórum da Cultura Digital Brasileira é um exemplo de como a democracia pode se beneficiar da inovação<br />
</em></p>
<p>I</p>
<p>A política vaticina que os cem primeiros dias de um presidente são definitivos. É nessa época que o novo governante marca posição e anuncia à sociedade suas prioridades – que, com o avanço e a complexidade da democracia contemporânea, geralmente são baseadas em um programa já apresentado durante o período eleitoral.</p>
<p>Com Barack Obama foi assim. Defensor da comunicação livre e distribuída durante a disputa que o levou à Casa Branca, uma de suas primeiras iniciativas foi reformular o site da presidência americana, licenciando todos os conteúdos produzidos em Creative Commons, um modelo flexível de gestão de direitos autorais desenvolvido na Universidade de Stanford, que permite ao autor definir a utilização de sua produção circulante na internet.</p>
<p>Obama demonstrava ser um presidente inovador, apontando para um governo aberto e transparente, superando o período sombrio que marcou a administração de George W. Bush.</p>
<p>No mundo das redes horizontais, no entanto, a inovação está em toda a parte. E quem realmente criou algo interessante para os cem primeiros dias do governo Obama foi Jim Gilliam, um ativista multimídia, produtor de documentários guerrilheiros da Brave New Films, como Wal-Mart – O Alto Custo do Preço Baixo, dirigido por Robert Greenwald.</p>
<p>Gilliam imaginou como a internet poderia auxiliar no mapeamento dos principais problemas americanos. Valendo-se da abertura proposta por Obama, criou o website White House 2 (Casa Branca 2), no endereço www.whitehouse2.org. No princípio, o site seria justamente para que qualquer americano pudesse elencar os desafios e descrever o que considerava as maiores prioridades para o país. Gilliam esperava constituir uma governança virtual que ofereceria ao presidente Obama um poderoso instrumento de consulta popular.</p>
<p>O site foi ao ar, mas não foi incorporado ao conjunto de estratégias de comunicação do presidente. A proposta continua e, atualmente, é um ambiente em que dez mil norte-americanos debatem as prioridades para o governo atual.</p>
<p>Recupero o exemplo de White House 2, porque ele é a expressão de um modelo de se fazer política propiciado pela rede mundial de computadores. Duas de suas características são extremamente representativas do contexto político atual: 1) White House 2 é um projeto individual e apartidário, que se torna coletivo por meio da interação e da conversação on-line; 2) preocupa-se centralmente em produzir informação aberta e transparente, que subsidie a prática social, não interagindo diretamente com as estruturas de poder da democracia representativa convencional. </p>
<p>Leia a integra <a href="http://diplomatique.uol.com.br/artigo.php?id=595">aqui</a>. </p>
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		<title>Balanço sobre atividades realizadas em 2009</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 18:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista Carlos Minuano me entrevistou, logo após o encerramento do Fórum da Cultura Digital Brasileira, para matérias na Folha e na Revista Brasileiros. Saiu uma coisa aqui e outra ali, mas isso é o menos importante. Nas respostas que escrevi para ele, tem um bom balanço de algumas coisas que andei fazendo em 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Carlos Minuano me entrevistou, logo após o encerramento do <a href="http://www.culturadigital.br">Fórum da Cultura Digital Brasileira</a>, para matérias na Folha e na Revista Brasileiros. Saiu uma coisa aqui e outra ali, mas isso é o menos importante. Nas respostas que escrevi para ele, tem um bom balanço de algumas coisas que andei fazendo em 2009, que pode interessar para quem quiser saber o que está rolando. Peguei essas respostas, dei uma ajustada ao contexto atual e segue abaixo. </p>
<p><strong>1. Qual seu balanço do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira. Que avanços ele trouxe?</strong><br />
Superou expectativas. De 2003 para cá, houve alguns marcos importante no processo de criação, dentro do Governo Federal, dentro do Ministério da Cultura, de uma política para o digital. O principal, sem dúvida, foi o encontro de conhecimentos livres, no Piauí. Mas isso já estava muito distante. Esse encontro consolida um processo iniciado no fim do ano passado de dotar o país de uma nova institucionalidade para pensar as políticas culturais, de conhecimento, no século 21. </p>
<p><em>A cultura e o conhecimento não podem ser apêndices. São o centro de uma nova forma de desenvolvimento. </em>Algo que precisaremos enfrentar para não repetir os erros cometidos durante o século 20 e que levaram o planeta para a beira do abismo. Acho que, nesse sentido, o encontro foi muito feliz, porque todos que dele participaram saíram maiores do que entraram. Agora, o processo segue, na rede social culturadigital.br.</p>
<p><strong>2. Fale-me um pouco sobre a proposta do laboratório de cultura digital, quantos projetos reúne?</strong><br />
O Laboratório Brasileiro de Cultura Digital é uma ONG que fundamos em 2008. Agora, estamos consolidando o seu papel. A ideia é ser uma referência na sociedade civil para temas como cidadania em rede, cultura e tecnologia, apropriação das tecnologias para fins educacionais, transparência pública de governos e do mercado, entre outras questões que, poderia dizer, compõem uma agenda contemporânea. </p>
<p>Estamos desenvolvendo um projeto para levar cultura digital às cidades, aos gestores públicos locais, com financiamento da Fundação Ford. Também promoveremos o lançamento de um filme sobre ativismo, chamado 10 Táticas para Transformar Informação em Ação, uma iniciativa que o VJ Pixel está encabeçando, e estamos preparando uma série de novas parcerias. </p>
<p>Foi o Lab, como chamamos essa ONG, que promoveu o encontro Cibercultura 10+10, com patrocínio da CPFL Cultura.</p>
<p>O Laboratório é uma das instituições que compõem a <a href="http://www.casadaculturadigital.com.br">casa da cultura digital</a>, que é um espaço de co-habitação, de compartilhamento, que criamos em São Paulo, na Barra Funda. Nesse espaço, operam empresas e pessoas, dispostas a fazer coisas para o tempo em que vivemos.</p>
<p><em>Somos absolutamente independentes. Pagamos nossas contas com o nosso trabalho.</em></p>
<p>Na casa estão a FLi Multimídia, que é a minha empresa, com André Deak e Lia Rangel, o Laboratório, a Garapa, uma produtora multimídia com um trabalho fantástico, a Nunklaki, empresa de Pedro Markun, a Esfera, empresa que está promovendo os Hackdays da Transparência, o VJ Pixel, a Ong Veredas, a Maracá, a Beijo Técnico Produções Artísticas, produtora que organizou o Fórum da Cultura Digital Brasileira, o professor Sérgio Amadeu tem uma sala também. Tudo está indo muito bem. Difícil é trabalhar, com tanta gente interessante trocando informações e perspectivas o tempo inteiro <img src='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A casa tem sido usada como um ponto de referência, em São Paulo, para muita gente. A Abrafin e o Circuito Fora do Eixo já usam a casa como uma base na cidade, o pessoal do Partido Pirata já se reuniu lá, fizemos reuniões com o pessoal da Wikimedia, bom, a lista é enorme. Estamos abertos justamente para construir um ambiente para a criação compartilhada, coletiva e transformadora. Só não cabe, e nem poderia ser diferente, ranhetas na nossa vila.</p>
<p>Outra coisa que pretendemos fazer é uma ação para a região da Barra Funda, que vem se tornando um espaço vivo culturalmente na cidade, com enorme potencial.</p>
<p>Por isso mesmo, estamos acompanhando o reflexo das políticas higienistas do atual prefeito, que ao render-se aos especuladores na região central, está promovendo uma diáspora dos moradores de rua e viciados para outras regiões. Precisamos ter uma política para essas pessoas, tentar ajudá-las, e nisso, a nossa presença por ali pode contribuir em alguma coisa. Estamos conversando com outras organizações para bolar o que fazer.</p>
<p><strong>3. Fale-me um pouco sobre o processo do forum cultura digital? </strong></p>
<p>O processo começou a ser desenhado há dois anos, por mim, Cláudio Prado, Álvaro Malaguti, hoje na RNP, José Murilo Jr, Gerente de Cultura Digital do Ministério da Cultura e Alfredo Manevy, atual Secretário Executivo do Ministério, na época Secretário de Políticas Culturais. Era a nossa forma de organizar um ambiente institucional que levasse adiante essa temática após a saída de Gilberto Gil do Ministério da Cultura. Sempre a entendemos como algo central para o país. Essa era uma agenda que estava muito ligada à pessoa de Gil, que é um formulador, um entusiasta, da cibercultura. Com sua saída, a tendência era isso arrefecer, posto que a única área que existia, naquele momento, para promover políticas e projetos nesse campo era uma ação, fabulosa mas completamente intermitente, dentro de um programa voltado para os Pontos de Cultura.</p>
<p>Então iniciamos esse processo, para reposicionar o debate e fortalecê-lo, baseado em uma interlocução radical com a sociedade. O problema é que entre o planejamento e a realização desse projeto passou-se um ano. E então, a forma de fazer mudou um pouco. Coube à secretaria de Políticas Culturais do MinC, sob comando de José Herencia e José Murilo Jr, que é uma liderança fantástica, a condução política do processo.</p>
<p>Em junho deste ano, a Ministra Dilma Roussef anunciou o Fórum durante o Festival Internacional de Software Livre, o Fisl, em Porto Alegre. Naquele momento, subimos a rede social www.culturadigital.br para o ar e começamos a enviar convites para pessoas previamente mapeadas do governo, do estado, da sociedade civil e do mercado. No fim de Julho, fizemos o lançamento oficial do processo e abrimos a rede a todos os cidadãos interessados. Nessa ocasião, realizamos a primeira roda de conversa entre um ministro de estado, o Juca Ferreira, com blogueiros e produtores de mídias sociais. Também transmitimos o evento ao vivo e estimulamos a participação de pessoas em todos os estados, por meio de acompanhamento remoto.</p>
<p>Daí em diante, começamos a promover articulações e movimentações e a monitorar o que emergia da própria rede. Hoje temos, cerca de 3 mil participantes cadastrados. Vários grupos e blogues foram criados, e as conversas estão só começando. Também desenvolvemos essa plataforma pensando na integração das conversas, portanto, atualmente, indexamos e nos relacionamos com tudo que é produzido utilizando a tag #culturadigitalbr. No Twitter, o debate tem sido intenso. Agora, no Fórum, lançamos uma plataforma aberta para o upload de vídeos (<a href="http://video.culturadigital.br">http://video.culturadigital.br</a>), baseada na ferramenta Kaltura, que permite inclusive o remix online de conteúdos.</p>
<p>Daí que chegamos ao Seminário Internacional. Com ele, descemos do ciberespaço para a atualidade, conversamos, muitas pessoas se viram pessoalmente pela primeira vez, e o que era de um certo tamanho cresceu. O trabalho dos curadores, que conduziram as articulações nos cinco eixos propostos: arte, comunicação, economia, infraestrutura e memória, já estão publicados. </p>
<p>Agora, em 2010, iremos começar o debate sobre um novo modelo institucional de gestão do Fórum. Queremos uma governança baseada em um conselho, eleito diretamente por um processo online (como ocorre com o Comitê Gestor da Internet), para tocar essa política.</p>
<p>Precisamos de novas instituições democráticas, de outra democracia, e estamos tentando realizar esse desafio.</p>
<p>O fato é que estamos sempre experimentando. O CulturaDigital.BR é uma plataforma experimental de mídias sociais e colaborativas voltada para o uso público. Nesse sentido, por exemplo, também fizemos testes usando uma nova tecnologia de vídeo, anunciada este ano pelo Firefox, que permite você fazer o streaming de um evento direto no browser. Não é mais necessário ter um software instalado ou um player em flash. Basta o browser. O Google Chrome e o Safari passaram a suportar essa tecnologia, que é o HTML 5. </p>
<p>Para fazer streaming desse jeito, utiliza-se o ogg theora, formato livre. É uma baita inovação. Nós já transmitimos o Seminário Internacional assim, para quem tinha alguma versão do Firefox 3.5 instalado, o que no nosso caso era a maioria dos nossos usuários. Quem conduziu todo esse processo foi o VJ Pixel, um dos integrantes da casa e um dos caras mais bacanas que conheço.</p>
<p><img src="http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2010/01/euepixel1.JPG" alt="euepixel" width="500" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-200" /></p>
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		<title>Luzes</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 10:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São duas luzes que convergem
num largo feixe
A estrada y a chuva
O asfalto y a água turva
Duas rotas que se bifurcam y
se bifurcam y se bifurcam
bifurcam
A terra é a tela
E a noite já não acaba mais
(novembro de 2009)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São duas luzes que convergem<br />
num largo feixe<br />
A estrada y a chuva<br />
O asfalto y a água turva<br />
Duas rotas que se bifurcam y<br />
se bifurcam y se bifurcam<br />
bifurcam<br />
A terra é a tela<br />
E a noite já não acaba mais</p>
<p>(novembro de 2009)</p>
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		<title>O Líder das Massas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 13:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como podem ver, o lançamento do livro, no Rio de Janeiro, foi um sucesso. Foto do meu amigo Paulo Fehlauer. Ele, ao menos, estava lá. Para quem quiser ver mesmo como é que foi, clique aqui.  

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como podem ver, o lançamento do livro, no Rio de Janeiro, foi um sucesso. Foto do meu amigo Paulo Fehlauer. Ele, ao menos, estava lá. Para quem quiser ver mesmo como é que foi, clique <a href="http://culturadigital.br/blog/2009/09/03/o-lancamento-do-livro/">aqui</a>.  </p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/42210545@N08/3887201176/" title="O Líder das Massas por CulturaDigital.BR, no Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2583/3887201176_313e1b5955.jpg" width="500" height="333" alt="O Líder das Massas" /></a></p>
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		<title>Lançamento do meu livro no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 22:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Convite CD por Rodrigo Savazoni, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/savazoni/3863310286/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3485/3863310286_ce5d059e2b.jpg" alt="Convite CD" width="500" height="355" /></a></p>
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		<title>Sobre o prêmio Pulitzer para o Politifact</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 18:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Ano passado eu ajudei a construir a cobertura das eleições municipais para o Estadão. Meu negócio, como sabem, é web. Foi nisso que trabalhei. Desenhei, com a Lulu e o Tiagão, o site especial que abrigaria a cobertura do portal e realizei alguns projetos especiais que foram muito bem recebidos pelos meus pares, mas principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ano passado eu ajudei a construir a<a href="http://www.estadao.com.br/nacional/eleicoes2008/" target="_blank"> cobertura das eleições municipais para o Estadão</a>. Meu negócio, como sabem, é web. Foi nisso que trabalhei. Desenhei, com a Lulu e o <a href="http://www.thiagobraga.com/index.html" target="_blank">Tiagão</a>, o site especial que abrigaria a cobertura do portal e realizei alguns projetos especiais que foram muito bem recebidos pelos meus pares, mas principalmente pelo público. É isso que me importa, sem demagogia.</p>
<p>Por lá, produzi o <a href="http://www.estadao.com.br/vereadordigital" target="_blank">Vereador Digital</a>, o <a href="http://www.estadao.com.br/euprometo">Eu Prometo</a> e também o <a href="http://www.estadao.com.br/nacional/eleicoes2008/apuracao/apuracao1.php" target="_blank">mural de apuração online</a>, que, até onde sei, se tornou o<a href="http://www.estadao.com.br/nacional/eleicoes2008/apuracao/apuracao.php" target="_blank"> maior blockbuster do grupo</a>. Também auxiliei o Jelin na elaboração de dois infográficos sensacionais, que receberam o nome de A Geografia do Voto: um deles, com os <a href="http://www.estadao.com.br/especiais/geografia-do-voto,32680.htm" target="_blank">votos por município</a>, o outro <a href="http://www.estadao.com.br/especiais/o-poder-dos-partidos,36661.htm" target="_blank">um mega recorte sócio-cultural da votação dos partidos</a>.</p>
<p>Não é de hoje que cubro eleições. Essa foi a quinta que participei. Em 2000, fiz alguns frilas. Em 2002, <a href="http://web.archive.org/web/20020803051841/http://www.lula.org.br/" target="_blank">trabalhei na campanha do Lula</a>, em 2004, participei da <a href="http://www.radiobras.gov.br/textos/eleicoesmunicipais.doc" target="_blank">cobertura eleitoral da Radiobrás</a>. Em 2006, <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/coberturas-tematicas/2006/06/29/cobertura_tematica.2006-06-29.6537535640/view" target="_blank">participei da montagem de uma das experiências mais fascinantes da minha carreira, que foi a cobertura integrada e multimídia da eleição que reconduziria Lula ao poder</a>. Em 2008, toquei esse trabalho no Estadão, do qual muito me orgulho.</p>
<p><a href="http://www.savazoni.com.br/?p=148" target="_blank">Nos EUA rolava a eleição americana, que levaria Barack Obama à presidência</a>. Como sabemos, foi uma eleição em que a internet jogou papel preponderante. No meio de um imenso volume de conteúdos e formatos, um trabalho logo de cara me chamou a atenção: o <a href="http://www.politifact.com/truth-o-meter/" target="_blank">PolitiFact</a>. Falei dele com quem pude. Mas poucos compartilharam comigo essa felicidade, o que não me abalou.</p>
<p>Acompanhei o projeto desde os primórdios. Falei dele em um debate na MTV. Tentei convencer meus chefes a fazer algo semelhante por aqui. <a href="http://www.politifact.com/truth-o-meter/statements/" target="_blank">O verdadômetro que eles desenvolveram, que funcionava como um filtro para o imenso volume de informações que circulavam durante o processo eleitoral, soou-me coisa de gênio</a>.</p>
<p>Qual o papel do jornalismo no mundo contemporâneo, em que qualquer um pode ser um produtor de informação? Ainda seria pôr a salvo a verdade?</p>
<p>Um meio de fazer jornalismo seria filtrar o que se produz de conteúdo, de forma inteligente, usando de instrumentos da investigação jornalística.</p>
<p>Pois é exatamente isso, e nada mais, que O PolitiFact faz. Checa dados, desconstrói discursos, apura o contexto de informações que já estão disponíveis e sendo propagadas para e pelos cidadãos. Cria uma nova camada de informação sobre a informação diluída. É como uma hemodiálise. O antídoto para um fluxo ininterrupto de informações que afasta o cidadão do conhecimento.</p>
<blockquote><p>Como escreve <a href="http://www.aronpilhofer.com/posts/10" target="_blank">Aron Pilhofer:</a></p>
<p><a href="http://www.aronpilhofer.com/posts/10" target="_blank"></a> Jornalismo serve para ajudar as pessoas a entenderem questões importantes e como essas questões tocam-nas diretamente. Serve para descobrir aquilo que alguém pretende manter encoberto. Serve para fiscalizar pessoas que nós escolhemos para altos cargos públicos. Tomando como base todas essas definições – e outras quantas você queira encontrar – Politifact mais que passa no teste. O site pega uma forma tradicional de produzir reportagem – checar o que os políticos dizem – e a transforma de um jeito só possível na web.</p></blockquote>
<p>Essa foi uma das características do PolitiFact que mais me seduziu: o fato de ser uma ideia jornalística inteligente, que demonstra o quão importante pode ser o jornalismo na era digital.</p>
<p>E esse deve também ter sido o motivo que seduziu o júri do Prêmio Pulitzer a conceder à equipe do <a href="http://www.tampabay.com/publication/" target="_blank">St. Petersburg Times</a> o prêmio de melhor cobertura nacional de 2008. Como afirma Pilhofer, isso coloca o jornalismo online em um outro patamar.</p>
<p>Por isso, o prêmio deles é, sem dúvida, uma vitória de todos nós que topamos o desafio de fazer jornalismo de qualidade e espírito público na rede mundial de computadores.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Para entender a internet</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 22:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Como me tornei um blogueiro fora de forma, absorto com a recuperação do Ronaldo (será que vai mesmo?), demorei para publicar aqui o anúncio do lançamento do livro colaborativo Para entender a Internet, organizado pelo Juliano Spyer, e para o qual escrevi um artigo sobre Exclusão Digital.

PS &#8211; Se você não entendeu a citação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como me tornei um blogueiro fora de forma, absorto com a recuperação do Ronaldo (<em>será que vai mesmo?</em>), demorei para publicar aqui o anúncio do lançamento do livro colaborativo <a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/">Para entender a Internet</a>, organizado pelo Juliano Spyer, e para o qual escrevi um artigo sobre <a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/2009/01/brecha-digitalexclusao-digital-rodrigo.html">Exclusão Digital</a>.</p>
<p><a href="http://stoa.usp.br/oerworkshop/files/1333/7925/Para+entender+a+Internet.pdf" rel="license"><img alt="Para Entender a Internet" style="border-width:0"></a></p>
<p>PS &#8211; Se você não entendeu a citação de 70 milhões de usuários de internet no Brasil feita no texto, leia este <a href="http://www.savazoni.com.br/?p=18">post aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Em transe: A melhor TV Digital</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 22:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[emtranse]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela não é uma evolução da televisão. É mais parecida com um computador. E está em construção
Clay Shirky, pesquisador norte-americano de novas mídias, escreveu um livro chamado Here Comes Everybody e mantém um blog com o mesmo nome. Em um texto publicado recentemente, ele compara a mídia no século 20 a uma corrida na qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ela não é uma evolução da televisão. É mais parecida com um computador. E está em construção</em></p>
<p>Clay Shirky, pesquisador norte-americano de novas mídias, escreveu um livro chamado <a href="http://www.herecomeseverybody.org">Here Comes Everybody</a> e mantém um blog com o mesmo nome. Em um texto publicado recentemente, ele compara a mídia no século 20 a uma corrida na qual só o que importa é consumir e indica que a mídia daqui para a frente será um triatlo, em alusão à modalidade esportiva em que os atletas nadam, pedalam e correm para cumprir a prova: “As pessoas consomem, mas também gostam de produzir e de compartilhar”. Ou seja, é uma mídia feita por e para todo mundo.</p>
<p>A TV Digital que se discutiu no Brasil, nos últimos anos – que consiste basicamente na migração do sistema de televisão aberta e gratuita do formato analógico para o digital – pertence a esse velho mundo que está ruindo. Ninguém, no fundo, quer uma televisão que continue a estimular a passividade do público, que não permita interação, que apenas ofereça uma qualidade de imagem melhor.</p>
<p>De acordo com dados do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre divulgados em dezembro, quando o SBTVD fez um ano, apenas 150 mil receptores fixos foram vendidos no Brasil. A estimativa dos promotores do sistema é de que 600 mil pessoas tenham hoje acesso à TV Digital no país. Além disso, foi divulgado que a sonhada interatividade (o que poderia ser o diferencial da TV digital) só deve chegar – se chegar – em 2010.</p>
<p>Enquanto isso, uma outra TV Digital se estrutura no mundo todo, resultado da convergência do audiovisual com a internet. Uma TV Triatlo, para pegar a imagem construída por Shirky. Essa é a grande aposta de 2009. É assim que pensa Steve Balmer, sucessor de Bill Gates na Microsoft, conforme registrou o site G1: “Por mais de 60 anos, a TV se tornou o principal centro de entretenimento da família. Sua resolução das imagens melhorou, mas as funcionalidades se mantiveram praticamente as mesmas. Agora é a hora de TVs mais conectadas e do fim das barreiras entre televisão e computador”.</p>
<p>Um dos mais recentes exemplos dessa visão é o projeto internet@TV, parceria do Yahoo! com a Intel, que consiste num conjunto de aplicativos que rodam integrados a vários modelos de aparelhos de televisão. Usando o controle remoto, o usuário de TV passa a navegar na web. Não se trata de transformar a televisão em um computador, mas de um formato híbrido.</p>
<p>O presente ainda demonstra que a rainha dos lares brasileiros segue firme em seu trono. O futuro, no entanto, passa por aí.</p>
<p>A audiência dos telejornais, telenovelas e demais produtos das emissoras abertas até agora apenas sofreu arranhões. Mas, conforme reportagem publicada pela edição de novembro da revista Tela Viva, especializada no mercado de telecomunicações, o público plenamente satisfeito com a TV aberta está concentrado na faixa de idade com mais de 50 anos. Os mais jovens querem o triatlo (veja o gráfico).</p>
<p><strong>Como será o amanhã</strong></p>
<p>Ainda é difícil saber como será a TV do futuro, mas algumas experiências que estão em curso, no Brasil e no exterior, já apontam um caminho. Você já ouviu falar no Napster? O software que acabou com a indústria da música, por permitir às pessoas trocarem arquivos entre suas máquinas. E no Skype? O software que oferece ao usuário fazer ligações telefônicas pelo computador a custo zero. Pois bem, esses dois programas têm em comum o fato de utilizar Peer-to-Peer (ponto a ponto, ou, em tradução livre, pessoa a pessoa), tecnologia que permite às máquinas (consequentemente aos indivíduos) dialogar.</p>
<p>Essa ideia, aplicada à transmissão de arquivos audiovisuais, recebeu o nome de broadcatching e poderá ser o vilão definitivo da radiodifusão (broadcast). Um dos mais interessantes softwares de broadcatching é o <a href="http://www.getmiro.com">Miro</a>, que você pode instalar em seu computador. Ele funciona em formato de compartilhamento de arquivos sob demanda e permite a “assinatura de canais”, alguns deles exclusivos. A maioria das ofertas é apenas em inglês.</p>
<p><strong>Transmissão participativa</strong></p>
<p>Desde setembro, a TV Cultura, no endereço www.radarcultura.com.br/rodaviva, promove transmissões experimentais participativas do programa de debates Roda Viva, às segundas-feiras à noite. Em uma página web são exibidos três vídeos, um deles com a transmissão “oficial”, outro com os bastidores (que ficam permanentemente no ar, inclusive antes e depois do término do programa) e outro que acompanha o cartunista Chico Caruso.</p>
<p>Nessa mesma página há também um chat e ambientes que reúnem mensagens postadas pela rede social <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> e fotos feitas na arena do programa por usuários da rede social <a href="http://www.flickr.com">Flickr</a>. Nos intervalos, a repórter Lia Rangel invade a roda e faz aos entrevistados as perguntas propostas no chat ou pela Twitter. Essa interação tem agradado muito os participantes da experiência.</p>
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