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	<title>Rodrigo Savazoni &#187; literatura</title>
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		<title>Luzes</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 10:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São duas luzes que convergem
num largo feixe
A estrada y a chuva
O asfalto y a água turva
Duas rotas que se bifurcam y
se bifurcam y se bifurcam
bifurcam
A terra é a tela
E a noite já não acaba mais
(novembro de 2009)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São duas luzes que convergem<br />
num largo feixe<br />
A estrada y a chuva<br />
O asfalto y a água turva<br />
Duas rotas que se bifurcam y<br />
se bifurcam y se bifurcam<br />
bifurcam<br />
A terra é a tela<br />
E a noite já não acaba mais</p>
<p>(novembro de 2009)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>11 de setembro</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 23:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz sete anos vi você cair diante dos meus olhos. Eu não sabia que tudo seria diferente desde então, que um novo ciclo de minha vida teria início.
Seu corpo parecia leve, a flutuar ao sabor do vento vitimado pela gravidade. Não parecia, de onde eu via, que aquele vôo frágil poderia mudar o tempo.
De uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz sete anos vi você cair diante dos meus olhos. Eu não sabia que tudo seria diferente desde então, que um novo ciclo de minha vida teria início.<br />
Seu corpo parecia leve, a flutuar ao sabor do vento vitimado pela gravidade. Não parecia, de onde eu via, que aquele vôo frágil poderia mudar o tempo.<br />
De uma certa mirada, era apenas um corpo caindo rapidamente, em sua inexorável trajetória rumo ao chão. Eu estava tão longe, mas me sentia próximo.</p>
<p>De toda forma, a distância me impediu de lhe dizer adeus. Eu já devia ter superado, pois faz sete anos que vi você cair.<br />
Não consigo.<br />
Porque não foi só o seu corpo que caiu. O meu também se esbarrochou, partindo-se.<br />
Porque, não sei se você sabe, seu corpo leve germinou novos tiranos e causou uma guerra.<br />
Apenas o seu corpo, porque jamais soube o seu nome. Jamais revelaram seu nome. Apenas exibiram o seu corpo, em queda livre.</p>
<p>Seu corpo era também, contraditoriamente, a face de um mundo que deixou de existir exatamente quando você chegou ao chão e se misturou aos destroços, ao entulho, ao concreto, ao vidro, ao aço, ao sangue, aos outros pedaços de corpos, aos restos daquele prédio e daquele avião.</p>
<p>Aquele avião que trombou com o prédio, criou o fogo, destruiu o prédio e que fez, você, corpo, pular. 
<p><a href='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2008/09/corpo.jpg' title='corpo'><img src='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2008/09/corpo.jpg' alt='corpo' /></a></p>
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		<title>Adeus ao libertário</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 00:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa foto, a única que encontrei de Roberto Freire, o anarquista, no Flickr, é minha homenagem ao grande libertário, que morreu no sábado, com mais de 80. Freire foi excelente em tudo o que fez.

Quando li sua autobiografia, Eu é um Outro, fixei-me em uma passagem curta de sua trajetória, mas que no auge da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foto, a única que encontrei de Roberto Freire, o anarquista, no Flickr, é minha homenagem ao grande libertário, que morreu no sábado, com mais de 80. Freire foi excelente em tudo o que fez.</p>
<p><a href='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2008/05/robertofreire1.jpg' title='Roberto Freire'><img src='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2008/05/robertofreire1.jpg' alt='Roberto Freire' /></a></p>
<p>Quando li sua autobiografia, Eu é um Outro, fixei-me em uma passagem curta de sua trajetória, mas que no auge da crise política do governo Lula me ajudou a encarar os fatos e olhar o futuro refletido no retrovisor. Freire, por um breve período, trabalhou no Ministério da Cultura do Governo de João Goulart. No livro, ele lembra com nostalgia sua passagem pelo poder público federal, antes dos 30 anos, e faz uma reflexão saudável sobre as contradições de servir ao público por dentro do estado.</p>
<p>Para não falar nas reportagens da Realidade, escritas por ele, que li ainda na faculdade. E das discussões com alguns bons amigos sobre anarquia, inspirados pela defesa enfática que Freire fazia da liberdade e do indivíduo, sem perder jamais de perspectiva a importância de servirmos ao bem de todos. Não o conheci pessoalmente. Tive algumas chances. Agora, me arrependo de não ter forçado a barra para conhecê-lo. De repente, me bateu uma baita saudade.</p>
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		<title>CAPÍTULO 3: Uma crônica multimídia</title>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 01:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Um dos primeiros trabalhos que a Garapa oferece em seu site é um áudio slide-show conciso sobre uma história triste do cotidiano metropolitano. Um caminhão derrubou a parede de uma casa e matou uma senhora. Seria, no máximo, uma nota, na Folha ou no Estadão. Em um jornal popular, renderia uma matéria um pouco maior.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos primeiros trabalhos que a Garapa oferece em seu site é um áudio slide-show conciso sobre uma história triste do cotidiano metropolitano. Um caminhão derrubou a parede de uma casa e matou uma senhora. Seria, no máximo, uma nota, na Folha ou no Estadão. Em um jornal popular, renderia uma matéria um pouco maior.</p>
<p>A depender de quem fosse a mulher, poderia gerar suítes. Como a senhora da ocasião era negra e pobre, provavelmente o assunto seria esquecido no outro dia. Só restaria a ausência para alguns &#8211; sua família, a vizinha, os colegas de trabalho.</p>
<p>Paulo Fehlauer, com sua sensibilidade e sua insensibilidade (mistura que faz o repórter), chega ao local do fato e conversa com quem foi atingido pela tragédia. Munido de sua máquina fotográfica e de um gravador digital, recolhe o insumo necessário. Edita tudo isso em algumas horas e, ao fim do dia, o que seria uma nota insossa sobre um crime relativamente banal se transforma em <a href="http://www.garapa.org/2008/04/multimidia-no-jornalismo-diario/">uma crônica multimídia</a>. Algo que, se publicado fosse, contrariaria Rubem Braga e levaria vida ao jornal digital.</p>
<p>Pedi ao Fehlauer para fazer o making off desse trabalho.</p>
<p><a href='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2008/05/garapa3.jpg' title='garapa3'><img src='http://flimultimidia.com.br/rodrigo-savazoni/files/2008/05/garapa3.jpg' alt='garapa3' /></a></p>
<blockquote><p>Fiz o slideshow justamente para mostrar como isso pode ser um processo simples. Recebi uma pauta aparentemente simples, apesar de trágica: um caminhão havia invadido uma casa na periferia e vitimado uma senhora de uns 60 anos. É o tipo de notícia que chega a dar no máximo uma nota no dia seguinte, mas que gera um burburinho momentâneo quando publicado na web. Vi algumas notas em sites noticiosos com vídeos feitos a partir de helicóptero, outras com fotos do local.</p>
<p>Cheguei ao local do acidente e o caminhão ainda estava lá, a CET se preparando para guinchá-lo, o dono da casa, e marido da senhora morta, conversando com policiais. Fui como fotógrafo, mas percebi que o jornal sequer havia mandado repórter. Fiquei tocado pelo que aconteceu, e isso me fez perceber que aquela história deveria render mais do que uma simples nota. Peguei um mini gravador de áudio que carrego comigo e o deixei gravando o barulho ambiente por um tempo, com todo o processo de remoção do caminhão, tijolos caindo, vidros quebrando, curiosos falando sem parar. Depois resolvi conversar um pouco com o dono da casa, que parecia sereno apesar de ter perdido a esposa. Conversei também com alguns vizinhos e pensei em imagens que pudessem ir além do mero registro do acidente, mas que pudessem contar uma história. Ou seja, fui repórter.</p>
<p>Passei cerca de duas horas no local, depois segui para outras pautas. Acabei editando o material só à noite, já em casa. Fiz uma seleção inicial de imagens, depois editei uma faixa de áudio com aproximadamente 1min30s de duração, juntando o som ambiente com os depoimentos. Joguei tudo no software Soundslides e, em mais duas horas de trabalho, tinha o slideshow pronto para ser publicado.</p>
<p>Chamei o post no blog da Garapa de &#8220;Multimídia no Jornalismo Diário&#8221; porque queria reforçar essa possibilidade. Descontando os intervalos, da captação à finalização foram no máximo 5 horas de trabalho, que trouxeram um olhar completamente diferente sobre uma história que passaria batida. Meu objetivo era mostrar ao público um pouco do que eu próprio senti naquele momento. Infelizmente, não temos essa liberdade na dita grande mídia. Somos mais robôs registradores do que seres humanos. E é contra essa robotização que queremos lutar com a Garapa.
</p></blockquote>
<p>Queria aproveitar que estou falando sobre o Fehlauer para indicar este documentário que está no seu <a href="http://www.narua.org">blog</a>.</p>
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		<title>Mário e Lula</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 01:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando Lula foi eleito, escrevi este poema. Era uma homenagem a ele e a cidade de Mário de Andrade que se cobriu de vermelho para comemorar a vitória do operário.
Hoje, li o texto que Fernando Gabeira escreveu por ocasião da eleição de Lula. Está publicado no mais recente livro do deputado. Pensei em tudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Lula foi eleito, escrevi este poema. Era uma homenagem a ele e a cidade de Mário de Andrade que se cobriu de vermelho para comemorar a vitória do operário.</p>
<p>Hoje, li o texto que Fernando Gabeira escreveu por ocasião da eleição de Lula. Está publicado no mais recente livro do deputado. Pensei em tudo o que ocorreu desde então. Gabeira, por exemplo, virou um dos mais aguerridos opositores do governo.</p>
<p>Já Lula continua a fazer um governo muito aquém do que era esperado, mas ainda assim muito melhor que o de seus <del datetime="2008-01-23T12:48:48+00:00">sucessores</del> antecessores.</p>
<p><strong>Mário e Lula</strong><br />
(<em>São Paulo, 2002</em>)</p>
<p>Avenida Paulista<br />
Arlequinal, Arlequinal.</p>
<p>É carnaval!<br />
No centro financeiro da metrópole,<br />
discursa o peão:<br />
voz de barítono,</p>
<p>Os gritos e o hino nacional.</p>
<p>Arlequinal, arlequinal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sem título &#8211; 2005</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 01:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A voz que narra o fato (falso) é falsa.
Foi sintetizada por um software de áudio a partir de estudos de recepção auditiva realizados por multinacional do entretenimento que também produz metralhadoras e agrotóxicos e explora petróleo.
A voz que narra o fato (falso), eu ouço, é a da minha mãe.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A voz que narra o fato (falso) é falsa.<br />
Foi sintetizada por um software de áudio a partir de estudos de recepção auditiva realizados por multinacional do entretenimento que também produz metralhadoras e agrotóxicos e explora petróleo.<br />
A voz que narra o fato (falso), eu ouço, é a da minha mãe.</p>
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		<title>Eu matei Kurt Cobain</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 00:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu matei Kurt Cobain/com um Nike preto cano longo/e uma camisa de flanela sabor lenhador/com um jeans surrado/de rasgos pré-fabricados/com meus cabelos loiros/compridos e despontados/com um revólver niquelado/em abril
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu matei Kurt Cobain/com um Nike preto cano longo/e uma camisa de flanela sabor lenhador/com um jeans surrado/de rasgos pré-fabricados/com meus cabelos loiros/compridos e despontados/com um revólver niquelado/em abril</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais Valia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 20:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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valor de troca
valor de bosta
Mais valia recomeçar
- Em Moçambique, estão precisando de heróis&#8230;
- &#8230;e há por lá bons cursos de teoria marxista?
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			<content:encoded><![CDATA[<p>valor de uso<br />
valor de troca<br />
valor de bosta<br />
Mais valia recomeçar</p>
<p>- Em Moçambique, estão precisando de heróis&#8230;<br />
- &#8230;e há por lá bons cursos de teoria marxista?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uma definição de poesia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 20:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com sampler de J.L. Borges
&#8230;um prazer e uma paixão
à espreita
da primeira palavra:
a primeira metáfora.
&#8230;antes da luz e do verbo,
antes do verso&#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>com sampler de J.L. Borges</em></p>
<p>&#8230;um prazer e uma paixão<br />
à espreita<br />
da primeira palavra:<br />
a primeira metáfora.<br />
&#8230;antes da luz e do verbo,<br />
antes do verso&#8230;</p>
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		<title>Necessidad(e) e sombras</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 00:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Brasília, 2007)
&#8230;minha poesia,
nesse sentido,
é pouco brasileira.
Acoberta-se sob
desmedido lirismo,
&#8230;como se buscasse
em outro estado-nação
sua linguagem,
de necessidade e sombras,
de necesidad y sombras,
de necesidad&#8230;

Alterado em 6 de janeiro de 2008
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Brasília, 2007)</p>
<p>&#8230;minha poesia,<br />
nesse sentido,<br />
é pouco brasileira.<br />
Acoberta-se sob<br />
desmedido lirismo,</p>
<p>&#8230;como se buscasse<br />
em outro estado-nação<br />
sua linguagem,<br />
de necessidade e sombras,<br />
de necesidad y sombras,<br />
de necesidad&#8230;</p>
<p><p><em><br />
Alterado em 6 de janeiro de 2008</em></p>
]]></content:encoded>
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