Autobiografia
Meu nome é Rodrigo Savazoni (rodrigosavazoni[arroba]gmail.com). Tenho 31 anos, uma filha maravilhosa, a Júlia, um molecote sapeca, que cresce velozmente, o Francisco, e uma grande companheira de vida chamada Lia Rangel. Sou ativista e realizador multimídia, além de jornalista, quando convém.
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Ajudei a construir a Casa da Cultura Digital e também o Festival Cultura Digital.Br, que já se chamou Fórum da Cultura Digital Brasileira. Por causa desse trabalho, e sua rede pública colaborativa, recebi menção honrosa no Prix Ars Electronica, o principal prêmio europeu de cultura digital.
Atualmente, faço mestrado na Universidade Federal do ABC, com orientação do professor Sérgio Amadeu da Silveira. Integro a equipe de pesquisadores do Grupo de Pesquisa em Cultura Digital e Redes de Compartilhamento.
Em 2011 lancei o projeto multimídia Cinco Vezes Cultura Digital, no qual está o curta-metragem Remixofagia – Alegorias de Uma Revolução, realizado com o Rafael Frazão e a Paula Alves, da Filmes para Bailar. Realizei, em co-autoria com Sérgio Cohn, o livro CulturaDigital.Br.
Por dois anos, trabalhei na construção de uma empresa própria, a FLi Multimídia, com a Lia Rangel e o André Deak. Cheguei a isso meio ao acaso, e mesmo assim conseguimos fazer várias coisas legais. Mas descobri que não quero ser empresário. Então desmontamos a empresa. A FLi continua, como uma produtora, para nossas ideias e projetos.
Sou diretor do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital, ONG criada no final de 2008.
Escrevo no Trezentos e em vários outros lugares.
Em 2008, fui Editor de Novos Projetos em Conteúdo Digital do Grupo Estado.
Fiz parte da equipe de coordenação do Projeto Repórter do Futuro, organizado pela Oboré em parceria com uma séria de outras entidades, entre elas a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e também auxiliei – espero poder voltar a auxiliar um dia – no projeto “O Brasil de Aloysio Biondi”.
Durante quase quatro anos trabalhei na Radiobrás. Fui primeiro Redator-Chefe e, por dois anos, Editor-Chefe da Agência Brasil, uma agência de notícias pública que é custeada com recursos do governo brasileiro.
Nesse período, sob o comando de Eugênio Bucci e Celso Nucci, participei de uma ampla reforma editorial e gráfica que modificou a trajetória do veículo.
Participei da fundação do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação, um movimento civil que luta pelo direito à comunicação.
Participei da edição do livro Vozes da Democracia: Histórias da Comunicação na Redemocratização do Brasil, da equipe de pesquisadores do Projeto de Governança Global realizado pela Campanha CRIS (Comunication Rights in the Information Society) e do Conselho Editorial do programa Direitos de Resposta, a primeira ocupação da sociedade civil organizada na televisão aberta brasileira.
Graduei-me em Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero em 2001. Antes, também realizei estudos de História na Universidade de São Paulo (USP), mas não conclui o curso.
Iniciei minha carreira de jornalista na Agência Estado, agência de notícias do Grupo Estado, que edita os jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. Colaborei com quase todos os veículos da imprensa alternativa contemporânea, entre eles Agência Carta Maior, Revista Fórum, da qual sou membro do Conselho Editorial, e Caros Amigos e me orgulho disso.
Participei, recentemente, da coordenação executiva do 1º Fórum Nacional de TVs Públicas, um processo bastante produtivo que resultou no “Manifesto pela TV Pública Independente e Democrática”.
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Meu currículo
